AVISO DE GOLPE

Um estelionatário está enviando cartas sobre suposto beneficio previdenciário a receber e valores a pagar e indica INDEVIDAMENTE o nome e número da OAB do Dr. Marcelo Trigueiros. É um GOLPE!

Nem o Dr. Marcelo e nem o escritório emitiram essa carta. O documento é FALSO, portanto NÃO PAGUE NADA!!!

Tomamos todas as providências cabíveis para identificar e localizar os responsáveis por este CRIME.

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Camareira de motel irá receber adicional de insalubridade

Uma camareira de motel em Belo Horizonte conseguiu em recurso para o Tribunal Superior do Trabalho (TST) restabelecer sentença condenatória contra o ex-empregador que negou a concessão de adicional de insalubridade para a empregada.

Ela havia ganhado a causa na 1ª instância, mas o Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG) reformou a sentença, entendendo que as tarefas da camareira, limpeza de quartos, banheiros, recolhimento e separação de roupas de cama de motel estavam fora da hipótese normativa. Segunda decisão, a empregada recebeu EPIs e treinamento para usá-los. Ainda segundo a tese jurídica, as atividades da camareira só seriam insalubres se houvesse uso de drogas injetáveis pelos frequentadores do estabelecimento. “Só assim o trabalho em motel poderia se equiparar a lixo hospitalar”, conclui o TRT.

No recurso para o TST, a trabalhadora insistiu no direito ao adicional. Segundo ela, o TRT contrariou a Súmula nº 448, II, do TST, que diz que a higienização de instalações sanitárias de uso público ou coletivo de grande circulação, como é o caso de motéis e hotéis, e a respectiva coleta de lixo enseja o pagamento de adicional de Insalubridade em grau máximo.

Em seu voto, a relatora, desembargadora convocada Cilene Ferreira Amaro Santos, acolheu o argumento da trabalhadora. Segundo Santos, houve, sim, contrariedade à Sumula nº 448, devendo ser afastada a decisão regional e restabelecida a sentença. A empresa agora terá também de arcar com todos os gastos em relação ao processo, na forma e valor determinados na sentença. Mas a empresa ainda pode recorrer.

(Leonardo Santise/RR)

Processo:TST-RR-2756-08.2013.5.03.0134

Notícia disponibilizada no site do TST dia 18.01.2017

Data da notícia: 
quinta-feira, Janeiro 19, 2017 - 12:15